Começo da minha felicidade…

Sempre soube muito bem o que eu quero, sempre tive isso de olhar e pensar: “É essa”. Sem melação, não vou dizer que te amo, não vou dizer que quero ficar contigo o resto da vida, não vou dizer que nunca vou te esquecer, só gosto de ti, pela menina/mulher que você é, linda, minha. Posso não falar, mas só de olhar todos já sabem que eu tenho o maior orgulho em te apresentar como a minha namorada, quer coisa mais gostosa que isso? Se eu dissesse que beleza não importa eu estaria mentindo, te quero linda sim, do jeitinho que você sabe que eu gosto, toda delicada mas ao mesmo tempo toda mulher. Então é assim que a minha felicidade começa, quando o meu sorriso vira consequência do seu.

Corações

Na vida aprendemos que há um motivo para os corações se partirem, sabe qual? Eles precisam encontrar a outra metade. A metade que faz você sorrir sem saber por que, a metade que te equilibra, a metade que você não pode controlar, a metade que você sempre precisou e nunca soube. Mas de metade, só isso, o resto queremos por completo. Na maioria das vezes esses corações que vem pela metade vêm com defeitos, defeitos que te fazem crescer e encarar a vida com outros olhos, olhos de quem quer seu coração roubado pelo melhor, o melhor coração que pode preencher este espaço que até então era vazio. Então é assim que as pessoas roubam os corações, começam pela metade, devagarzinho e depois que roubam não querem mais devolver.

Te quero

Te quero. Não sei se pra sempre, agora ou depois, mas eu quero você. Quero você de um jeito que só eu posso querer, ou pelo menos de um jeito que só eu acho que posso querer. Não vou te implorar pra ficar comigo, não vou te falar nada além de: “fiquei comigo se você quiser, pois eu quero.” Isso já diz tudo, sem muitas palavras, sem muito romantismo, quero você simplesmente por querer alguém com fibra ao meu lado, que tenha garra o suficiente para crescer e andar comigo, não a frente, não atrás, e sim ao meu lado.

Saudade

Admito, tenho saudade. Já falei uma vez, não vou repetir. Não que eu tenha saudade de você, só tenho saudade de brincar de lutinha contigo no domingo de manhã. Não que eu tenha saudade de você, só tenho saudade de molhar o teu cabelo na piscina quando você falava para eu não molhar. Não que eu tenha saudade de você, só tenho saudade de como depois do sexo você se tampava toda para ir ao banheiro, como se eu já não tivesse visto tudo. Não que eu tenha saudade de você, só tenho saudade de ver aquela gilete rosa no canto do meu chuveiro, era a minha certeza que você estava ali. Como esses seus detalhes eram gostosos, detalhes de uma mulher especial, pelo menos pra mim. Você sabe como sou bobo, com saudade então viro um idiota. Então essa é a minha saudade de homem, saudade matada no silêncio de um coração que sabe muito bem para onde quer voltar.

A gente…

Sempre soube muito bem como encaixar a sua cabeça no meu peito. É, eu era bom nisso. Mas não só eu, você também era boa em me fazer ter vontade de você. Vontade que você nunca deixava ficar só em vontade. Beijos com gostinho de “quero mais”, pegada com jeito de “posso te dar muito mais” e principalmente um sorriso com cara de ”tem como não querer mais?”. Como você era gostosa. Gostosa, safada e minha. Mas isso só eu preciso saber. Então essa era você, a mulher que me fez acreditar em algo que até hoje não sei o nome.

Novos livros, novas histórias…

Não é questão de esquecer uma história, mas sim de guardá-la em uma estante de livros que já li. Preciso de livros novos, já as novas histórias são consequências dos livros que escolho. Não é porque abri um livro que sou obrigado a lê-lo até o fim. Existem vários tipos de livros, complicados, carentes, engraçados, mas todos gostosos de ler. Quero ler todos que eu puder, para um dia ter certeza qual livro quero levar na minha mochila. Livros são assim, ou gostamos ou não, mas sempre tem aquele que fica na cabeceira da nossa cama.